Esse hábito é um dos principais inimigos da saúde financeira do negócio. Quando não há separação entre as finanças pessoais e empresariais, torna-se difícil identificar o lucro real, o que compromete a análise dos resultados, impacta decisões estratégicas e dificulta o crescimento sustentável da empresa.
Destaques
A confusão entre contas pessoais e empresariais é uma prática comum tanto em pequenos negócios quanto em empresas já estruturadas. Esse cenário tende a gerar uma perceção distorcida de resultados positivos, quando, na realidade, o negócio pode estar a operar com margens reduzidas ou até prejuízo. A falta de organização financeira reduz a fiabilidade das informações utilizadas na gestão.
Riscos e Impactos
- Lucro Distante da Realidade: Despesas pessoais misturadas com recursos da empresa comprometem a apuração correta dos resultados.
- Perda de Controlo Financeiro: A ausência de separação dificulta a análise de custos, receitas e desempenho do negócio.
- Riscos Fiscais: A confusão patrimonial pode gerar inconsistências contabilísticas e questionamentos por parte do fisco.
A inexistência de critérios claros na gestão financeira limita a visão sobre a real situação da empresa e dificulta avaliações mais precisas sobre desempenho e sustentabilidade ao longo do tempo.
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